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O Mistério do Tabernáculo

O estudo explora o Mishkan como microcosmo: do universo ao corpo humano, do Tzadik ao Templo celestial, culminando na habitação da Shechiná dentro do ser humano. 📘 Sumário Introdução: o mistério do Mishkan O Mishkan e o universo O Mishkan e o corpo humano O Tzadik como Templo vivo O Templo celestial e a habitação da Shechiná Consumação: quando não haverá mais Templo Introdução: o mistério do Mishkan O estudo parte da pergunta de Ibn Ezra em Gênesis 1:26: “A pessoa é um universo pequeno ou o universo é uma pessoa grande?”. A partir da Parashat Terumah (Êxodo 25:1–27:19), o Mishkan é apresentado como um Tabernáculo móvel, construído com detalhes minuciosos, desde as cores do techelet , escarlate e roxo até os fechos dourados das cortinas. Chama atenção o fato de que a Torá dedica treze capítulos à construção do Santuário, enquanto apenas um capítulo é dedicado à criação do universo e três à revelação no Sinai. Isso sugere que, ao descrever o Mishkan, a Torá está, na verda...

O Bom Pastor do Salmo 23

Resumo rápido: O Salmo 23 apresenta HaShem como o Bom Pastor de Israel, e a Bíblia desenvolve esse tema desde Abel, os patriarcas, Moisés e Davi até os profetas e, finalmente, Yeshua como o Pastor fiel que dá a vida pelas ovelhas. Em contraste com falsos pastores e falsos profetas, o verdadeiro Pastor conduz, alimenta, corrige e reúne o rebanho disperso. Um estudo bíblico e judaico do “Bom Pastor”, de Salmo 23 a Yeshua. 📘 Sumário Introdução: Salmo 23 e o Pastor de Israel O padrão bíblico do pastor: de Abel a Davi Profetas e a crítica aos falsos pastores (Ezequiel 34) Zacarias 13 e o falso profeta ferido Yeshua como o Bom Pastor Reunificação final do rebanho e Era Messiânica Conclusão e reflexão Introdução: Salmo 23 e o Pastor de Israel O estudo parte do Salmo 23, talvez o capítulo mais famoso da Bíblia, que há milênios consola o povo de D‑us: “HaShem é o meu pastor: nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. ...

João 10:27-36 — Yeshua é D‑us? O Significado de “Elohim” no Contexto Judaico

Resumo rápido: João 10:27–36 não apresenta Yeshua como o próprio D‑us, mas como um Elohim — um agente autorizado — assim como outros homens e juízes foram chamados na Torá. O conflito gira em torno da autoridade delegada e do status messiânico, não de uma reivindicação de ser o próprio Eterno. Um exame judaico do uso de “Elohim” em João 10:27–36. 📘 Sumário Introdução e texto de João 10:27–36 A acusação dos fariseus A resposta de Yeshua e o Salmo 82 Moisés como Elohim Implicações teológicas do uso de “Elohim” Conclusão e reflexão final Introdução e texto de João 10:27–36 João 10:27–36 é frequentemente usado em debates cristológicos para sustentar que Yeshua seria o próprio D‑us. No entanto, uma leitura cuidadosa do texto, à luz da Tanach e do contexto judaico, revela algo diferente: Yeshua se apresenta como Filho de Elohim, um agente autorizado e santificado pelo Pai, em continuidade com a tradição bíblica em que homens e juízes tamb...

Filipenses 2:5-11 — O Significado de “Forma de D‑us”, Igualdade e Exaltação do Messias

Resumo rápido: Filipenses 2:5–11 descreve Yeshua como o Messias obediente que, existindo na forma de D‑us como Seu representante, não buscou igualdade, mas se esvaziou e foi exaltado por D‑us. O texto não afirma que Yeshua é o próprio D‑us, mas que D‑us o exaltou por sua obediência. Um exame judaico e contextual do “Carmen Christi”. 📘 Sumário Introdução Forma de D‑us e forma de servo Igualdade com D‑us O esvaziamento de Yeshua A exaltação concedida por D‑us Conclusão Introdução Filipenses 2:5–11 é uma das passagens mais discutidas do Novo Testamento. Este estudo examina o significado de expressões como “forma de D‑us”, “igualdade com D‑us” e o esvaziamento de Yeshua, analisando o texto grego e o contexto judaico para esclarecer o que Paulo realmente quis dizer. Filipenses 2:5–11 (NASB): “Tenham em vocês essa atitude que também estava no Mashiach Yeshua, que, embora existisse na forma de D‑us, não considerava a igualdade com D‑us ...